02 Abril 2006
É desta que vou vomitar...
A taxa de álcool no sangue permitida para a condução vai «diminuir consideravelmente» no final do ano, adianta o secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, citado no Diário de Notícias.
Esta decisão avança se o sector vitivinícola não agir para contrariar os números de mortos na estrada por excesso de ingestão de bebidas alcoólicas.
Ou seja, o Executivo lança ultimato aos produtores viti-vinícolas: ou fazem campanha para travar o número de mortes nas estradas devido ao álcool ou o Governo baixa a taxa permitida pelo Código da Estrada.
Fonte: Diário Digital
Agora a culpa das mortes nas estradas, por excesso de álcool, é dos produtores vitivinícolas? A resposta é simples e é… sim. Aliás, ainda no outro dia pude comprovar isso. Três produtores vitivinícolas encarapuçados chantageavam um homem, no seu mais perfeito estado de sobriedade: ou conduzia um veículo, após ingerir abundantemente bebidas alcoólicas (no caso, uma garrafa de whisky), ou então era extorquido e espancado até à morte. O destino que o pobre homem teve não sei, porque por acaso até estava com alguma pressa (ainda tinha que passar no Continente para ir comprar uma lata de atum), e para além disso não queria ser mais uma vítima de um das muitas centenas de produtores vitivinícolas espalhados por aí, e que são, actualmente, o grande flagelo da sociedade em que vivemos. Vocês até podem achar um acto de cobardia, mas, se fosse convosco, queria ver como reagiriam se apanhassem um produtor vitivinícola na rua… Pronto, ok, eu confesso, eu não tinha de ir ao Continente... Foi mesmo só um acto de cobardia.
É por isto que considero extremamente positiva e corajosa esta atitude do Governo, ao afrontar os produtores vitivinícolas com um ultimato! É disto que o país precisa, de um Governo capaz de enfrentar estas entidades (se é que lhe podemos chamar assim) que tanto mal nos têm causado e que são, na minha opinião, os grandes responsáveis pelo estado a que o país chegou, logo a seguir ao Santana Lopes, claro.
Em primeiro lugar, dizer-te que não me acho senhor da razão. Cada um tem os seus ideais e defende-os. Por acaso, agora que falo nisso, nem todos têm os seus ideais, e mesmo, de entre aqueles que os têm, nem todos os defendem. Não leves a mal, mas em que conjunto te incluis? É que acabaste de deixar este comentário geral em relação ao blog, mas não deixaste nenhuma crítica construtiva relativamente a algo de incorrecto/infeliz que eu tenha escrito, em qualquer um dos outros 61 posts.
Quanto à parte mais relevante daquilo que escreveste, não concordo que as marcas de tabaco sejam obrigadas a alertar para os malefícios do tabaco. Aliás, hoje em dia, qualquer pessoa sabe dos riscos que corre ao fumar. Mas mesmo que esta última afirmação não corresponda à verdade, continuo a acreditar que esse não é um trabalho que deva ser feito pelas tabaqueiras. Acho contraproducente para estas. Só fuma quem quer, só bebe quem quer. E quem fuma e quem bebe, tem de saber os efeitos que daí advêm. Se não sabem, que não fumem, que não bebam.
Este é o meu ponto de vista, mas aceito qualquer outro devidamente fundamentado, tanto em relação a este, como a qualquer outro tema. Aliás, não me incomoda nada, diga-se.
em segundo,n venhas com essa treta das "criticas construtivas" e muito menos com esse fala-barato tipico.é o que tu chamas de "criticas construtivas" que vai aparecendo ao longo do blog, mas e soluçoes? o governo n devia ter feito isto,e aquela lei e aquele ministro,que piada, que absurdo(!) e bla bla bla!...entao o que é que
deveria ser feito? acho estranho neste blog, ver tanta "critica construtiva" e com tanta convicçao e indignação...e soluções "contrutivas" (lol) absolutamente nada. enfim...
por ultimo,e sobre o que me fez comentar,isso de as pessoas terem que saber que fumar mata e que o alcool faz o que faz é td muito bonito,mas a verdade é que as pessoas n sabem ou tendem a ignorar.
essa é a realidade.e se assim acontece,os primeiros responsaveis para alertar as pessoas sao os produtores. é verdade que saem prejudicados, mas tambem é verdade que sao eles que os poem no mercado para serem consumidos...enfim,opiniões.
Quanto à comparação das marcas de tabaco a alertar para os seus malefícios, devo informar(?) que a publicidade a bebidas alcoolicas alertam sempre "Seja responsável. Beba com moderação.". Que eu saiba, isto é 1 advertência...
Ele não fala em soluções... no entanto também não as vejo nos comentários anónimos... A grande verdade é k ele nada pode fazer sozinho para mudar as coisas, logo, dá a sua opinião, é simples, não vejo mal nisso =)
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Restringe tudo e mais alguma coisa e depois, com pouco esforço e muita facilidade, conseguirá esturquir cada vez mais receitas aos pobres dos portugueses.
No que diz respeito à segurança rodoviária o governo ganha porque com restrições apertadas conseguirá obter mais receitas com menos efectivos. E este é o grande objectivo poderão aumentar as receitas de infracções com menos agentes na rua.
Por exemplo o caso dos radares, geralmente, estão em locais de fácil transgressão e sinistralidade nula. Nunca estão nos pontos negros onde uma transgressão pode realmente causar uma tragédia, pois, nestes locais há menos "rendimento".
Na onda de restrições também o estado restringe ao máximo as suas obrigações, nomeadamente, sinalização adequada, traçados com pouca apetência a acidentes, pavimentos em bom estado, vigilância apertada nos locais certos, etc, etc.
Quer se queira quer não esta auto-restrição por parte do estado é que nos aniquila.
penso que se o álcool causa acidentes nas estradas a taxa de alcoolémia ao volante necessariamente teria de ser "0.000", custe a quem custar. Uma sociedade verdadeiramente livre tem de ser uma sociedade responsável, se no álcool ao volante a sociedade não é responsável, não pode ter a liberdade de beber e conduzir, continuando a morrer inocentes.
Quanto ao tabaco, se a comunidade fumadora não é responsável ...
Está é a minha OPINIÂO, que me desculpem os incomudados!!!
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